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TitleApostila de Terapia Manual
TagsVertebral Column Knee Primate Anatomy Human Anatomy Musculoskeletal System
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Histórico da Osteopatia

A origem das manipulações vêem de muitos séculos. As primeiras

provas a serem reveladas chegam de documentos do Egito faraônico e dos

papiros descobertos por Edwin Smith (5000, 4700 A.C.) e o papiro número 5 do

Ramesseum (4150 – 3560 A.C.) são as provas. Logo depois são

caracterizadas através de pinturas na tumba de Ramsés II (1298 – 1235 A.C.)

uma manipulação da cabeça do rádio. Algumas manipulações são descritas na

Grécia por Hipócrates de Cós (460 – 370 A.C.). e, Roma, C. Gallien (131 – 201

A.C.), que era médico do imperador curou uma nevralgia cérvico-braquial de

um historiador através de manipulações cervicais. Na Espanha Luis de

Mercado, que era titular de uma cátedra na Faculdade de Medicina de

Valladolid em 1527 foi o primeiro universitário a utilizar e ensinar manipulações.

Em toda a Europa na era do Renascimento surgiram numerosos curandeiros.

No século XV o doutor Miguel Leon Portilha fez o relato das manipulações

realizadas pelos astecas. Já no século XIX na Suécia criou-se uma corrente

importante graças a Per Enrik e a seus alunos Stapfer e Brandt, onde foi feita

uma síntese das manipulações orgânicas e tentaram introduzir o método na

prática médica. Em 1850, Lucas C. Kampionnière escreveu a famosa frase:

“movimento é vida” e nos EUA, mais ou menos na mesma época surge a

Osteopatia cujo pai é Andrew Taylor Still (RICHARD, 2000).

Andrew T. Still em 1899 e 1901 quando escreveu seus dois principais

livros: “Philosophy of Osteopathy Reseach e Practice” resumiu e mencionou os

quatro princípios da osteopatia. São eles:

- A estrutura determina a função;

- A unidade do corpo;

- A autocura;

- A lei da artéria é absoluta.

No primeiro princípio Still defende que o ser humano é considerado

como um todo e indivisível; e as estruturas a que ele refere são as vísceras,

fáscias, ossos, músculos etc. A função é a atividade que esta estrutura realiza.

Dessa forma, se a estrutura está funcionando em perfeita harmonia, não

haverá motivos para que uma patologia venha a se instalar comprometendo a

função.

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NÍVEL C8:

MOTOR: Interósseos e flexores dos dedos

REFLEXO: ----------

DERMÁTOMO: Face medial e interna do antebraço





TESTES ESPECÍFICOS



Inspeção ESTÁTICA



- Teste de JACKSON

- Teste de QUICK SCANNING

- Teste de KLEIN

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Inspeção DINÂMICA



- Teste de ADSON



Teste de JACKSON



OBJETIVO:



Evidenciar afecção DISCAL



TESTE POSITIVO:



Presença de DOR



Presença de DOR a DIREITA durante a compressão AXIAL

Compressão homolateral:

Referiu DOR a DIREITA = HÉRNIA DISCAL

Compressão da raíz nervosa

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Thrust: céfalo-podálico



 Thrust para lesão Anterior da Tíbia



Posição do paciente: decúbito dorsal

Posição do terapeuta: finta anterior com centro

de gravidade acima da lesão

Mão caudal: empalma o calcâneo e antebraço na

região plantar

Mão cefálica: empalma a tíbia distalmente

(cotovelo extendido)

Thrust: reduz o slack com o peso do corpo e

realiza-se empurrando o a tíbia para posterior



 Thrust para lesão Anterior do Maléolo Lateral



Posição do paciente: decúbito dorsal

Posição do terapeuta: finta anterior com

centro de gravidade acima da lesão

Mão externa: escafoide apoiado no maléolo

lateral anterior

Mão cefálica: empalma o calcâneo

medialmente

Thrust: reduz o slack com o peso do corpo e

realiza-se empurrando o maléolo lateral para

posterior

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Thrust para lesão Posterior do Maléolo Lateral



Posição do paciente: decúbito ventral com os

pés fora da mesa

Posição do terapeuta: finta anterior com centro de

gravidade acima da lesão e coxa apoiando a

planta do pé a ser manipulado

Mão externa: escafoide apoiado no maléolo

lateral posteriormente

Mão cefálica: empalma o calcâneo medialmente

Thrust: reduz o slack com o peso do corpo e

realiza-se empurrando o maléolo lateral para

anterior

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