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Não tenha piedade de si mesmo ! pare de chorar por te rejeitarem , de chorar porque não
consegue ser independente , não consegue ser feliz mesmo estando sozinho .

Um homem quando vai a guerra , ele não se preocupa tanto em preservar sua vida , ele
vai preparado pra morrer , pra perder tudo , ele vai com toda entrega em busca do seu
objetivo que é matar o maior numero de pessoas com toda sua força e sua certeza do
que quer , ele não tem nenhuma duvida do que ele quer fazer naquele momento , nada
que o prende , só o desejo de conseguir realizar o objetivo , não importa se vai sofrer as
piores dores , humilhações , ou a morte , ele só vai em busca do que quer e o desejo é
tão forte que uma hora ele vai conseguir .

Essa é a atitude que a maioria dos homens aprendem no exercito , a estar preparado para
morrer por seus objetivos.E os grandes guerreiros da historia , que matavam 300
sozinhos , eram aqueles que tinham essa certeza interna.

Os espartanos , uma raça puramente guerreira , onde vimos o filme onde 300 homens
vencem mais de 20 mil , eram criados da seguinte forma segundo a wikipedia:


“Vejamos alguns dos métodos da educação espartana, tendo como base o relato dos
historiadores gregos Xenofonte (A constituição dos lacedemônios) e Plutarco (A vida de
Licurgo).

• Em lugar de proteger os pés com calçados, as crianças eram obrigadas a andar
descalças, a fim de aumentar a resistência dos pés. Usavam um só tipo de roupa
o ano inteiro, para que aprendessem a suportar as oscilações do frio e do calor.

• A alimentação era bem controlada. Se algum jovem sentisse fome em demasia,
era permitido e até estimulado que furtasse para conseguir alimentos, pois
acreditava-se que esta desenvoltura o auxiliaria durante a guerra. Castigavam-se,
entretanto, aqueles que fossem apanhados roubando - não por terem roubado,
mas por terem sido apanhados.

• Uma vez por ano, os meninos eram chicoteados em público, diante do altar de
Ártemis (deusa grega vingativa, a quem se ofereciam muitos sacrifícios). Essa
cerimônia constituía uma espécie de concurso público de resistência à dor física.

• Na adolescência, os jovens eram encarregados dos serviços de segurança na
cidade. Qualquer cidadão adulto podia vigiá-los e puni-los. O respeito aos mais
velhos era regra básica. Às refeições, por exemplo, os jovens deviam ficar
calados, só respondendo de forma breve às perguntas que lhes fossem feitas
pelos adultos.

Com sete anos, o jovem espartano entrava no exército. Mas só aos trinta anos de idade
adquiria plenos direitos políticos, podendo, então, participar da Assembléia do Povo ou
dos Cidadãos (Apelá).

Depois de concluído o período de formação educativa, os cidadãos de Esparta, entre os
vinte e os sessenta anos, estavam obrigados a participar na guerra. Continuavam a viver
em grupos e deviam tomar uma refeição diária nos chamados syssitia.

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Para o historiador italiano Franco Cambi, a educação desenvolvida em Esparta e Atenas
constitui dois modelos educativos diferentes. Em Esparta, a perspectiva militar
orientava a formação de cidadãos-guerreiros, defensores do Estado. Já em Atenas,
predominava um tipo de formação mais livre e aberta, que, de modo mais amplo,
valorizava o indivíduo e suas capacidades. (Cf. Franco Cambi. História da pedagogia.)



“A educação dos homens

Os homens espartanos (esparciatas) eram mandados ao exército aos sete anos de idade,
onde recebiam educação e aprendiam as artes da guerra e desporto. Aos doze anos, eram
abandonados em penhascos sozinhos (só contavam uns com os outros), nus (para
criarem resistência ao frio) e sem comida (para caçarem e pescarem). Aos 18 anos,
voltavam a Esparta, e até os 30 anos de idade eram considerados cidadãos de segunda
classe, sem direito a voto, por exemplo. Podiam ser agredidos por qualquer esparciata
acima de 30 anos, ficavam nus e recebiam pouca comida (para aprenderem a furtar).[2][3]
Os jovens poderiam atacar a qualquer momento servos (hilotas), a fim de lutar e se
preparar para a guerra, mas, se fossem mortos por ele, o servo receberia dois dias de
folga (por conseguir matar alguém que não era bom o bastante para o exército
espartano). Existia uma temporada de caça aos hilotas, para treinarem os jovens para a
guerra.

O homem que conseguisse viver até os trinta anos tornava-se um oficial, voltando ao
quartel com todos os direitos de cidadão espartano, além de direito ao voto, direito a ter
relações sexuais com mulheres (antes dos trinta só eram autorizadas com homens) e
direito a casar. Os homens engravidavam suas mulheres e casavam-se com elas; caso
não conseguissem engravidá-las, devolviam-na à sua família e voltavam ao quartel para
fazerem parte da tropa de elite do exército. Podiam, assim, "casar" com um homem do
exército. Contudo, se conseguissem engravidar suas mulheres, casavam-se com elas e
voltavam ao quartel depois de deixá-las grávidas em suas casas. Aos sessenta anos,
poderiam ir para a casa de suas esposas para viver com elas.”

http://pt.wikipedia.org/wiki/Esparta#A_educa.C3.A7.C3.A3o_em_Esparta



Ou seja em esparta os homens eram preparados , expondo-se a vários desafios
dificílimos desde os 7 anos de idade , onde necessitavam se entregar e se tornarem
fortes , já hoje em dia com um monte de caras mimados que recebem tudo na mão , fica
evidente que na nossa sociedade os homens tenham tantos medos e inseguranças.






abraços Vargas

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